•Março 21, 2008 • Não Há Comentários
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Discreta prática … Fotografias ficcionais seguindo a idéia de relações possíveis entre corpo, objeto inflável e paisagem. Colocamos o procedimento de mimetismos e/ou camuflagens para toda essa seqüência de “Discretas práticas para plantio, barranco e céu”. Também colocamos a palavra “coreográfica” aí no meio. E fica, “Discreta prática coreográfica para plantio, barranco e céu”. Acho que isso abre uma discussão enorme para linguagens e áreas artísticas, territórios de produção. Não é esse o caso. A questão é encontrar o melhor meio para expressão uma idéia. Seguimos! Ainda procurando.Seqüência de fotografias produzidas durante a residência artística Interações Florestais Terra Una. Liberdade, 2008.
•Março 21, 2008 • Não Há Comentários
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experiências nômades
•Outubro 22, 2007 • Não Há ComentáriosEntão nos mudamos para um parque.
Neste novo espaço pensamos em criar uma ou várias ficções de tempo-espaço-relação-movimento. Um interstício.
Não uma utopia mas uma “heterotopia fantástica” (voltamos a Foucault “les heterotopies”), um lugar outro dentro de um espaço este.
Problema: como estabelecer um mínimo de relações com esse espaço para que esta ficção seja possível, aceitável, ainda que fantástica.?? Para que ela não seja uma colagem passageira, episódica, carnavalesca.
Essas relações mínimas podem se estabelecer por semelhança, complementariedade, e o que mais?
Como experimentar a idéia de uníssono, conjunto ou sistema com estes elementos e nesse lugar?
Lendo Deborah Hay: uma “ordem galática”, disposições que formem eixos e órbitas incluindo o espaço. “como se não fossemos mais entidades isoladas mas uma rede dinâmica de relações”.









